A incrível ilustradora Esra Roise

Se tem uma profissão que eu invejo é a de Ilustrador. Ah! Como eu queria ter a habilidade de fazer desenhos tão incríveis! Uma das minhas ilustradoras preferidas é a norueguesa Esra Roise.

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Depois de 2 anos de treinamento na escola de arte Einar Granum, e de ter feito um bacharel em Comunicação visual na Academia de artes (ambas em Oslo), ela se tornou uma ilustradora freelancer.

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Lápis e aquarela são suas ferramentas de trabalho preferidas, é o que ela geralmente usa no papel antes de digitalizar e brincar um pouco no photoshop em cima de suas criações. Seu trabalho captura momentos de paixão, espontaneidade e imperfeições, isso é consequência de sua preferência por desenhar o estranho invés do perfeito. Ela consegue achar inspiração em qualquer coisa, como: música, filmes, literatura, pessoas ao seu redor, internet e também na indústria fashion.

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Falando em indústria fashion, essa inspiração é bastante clara em alguns de seus trabalhos. Além de inspiração, a indústria fashion consume o trabalho de Esra, entre seus clientes estão a Vogue chinesa, Nylon magazine, Wallpaper, Estée Lauder, VICE, LEVI’S, NIKE, Costume, GQ, Design Week mag, Glamour, Eurowoman, entre outros.

Russh Magazine

Russh Magazine

Nylon Magazine

Nylon Magazine

Tag's para roupas da LEVI's

Tag’s para roupas da LEVI’s

GQ Magazine

GQ Magazine

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O trabalho dela é ou não é incrível? Siiiiiiiiiiiim, é incrível!
O mais difícil sobre fazer esse post foi escolher apenas algumas ilustrações para mostrar aqui. Mas a boa notícia é que é possível ver muito mais no site da Esra Roise, lá também é possível comprar prints e produtos com o trabalho dela estampado.

E não posso esquecer de recomendar o instagram dela.

Segue lá e depois vem contar para gente o que achou!

Gin Wigmore: A autêntica cantora neozelandesa que vem ganhando as campanhas publicitárias

Provavelmente Gin Wigmore não é um nome familiar para você, mas é bem provável que você já tenha ouvido a voz dela por aí. Suas músicas fazem parte de comerciais como o da Heineken e do Johnnie Walker, e também está presente na trilha sonora do filme “Mulheres ao ataque” estrelado pela Cameron Diaz, Leslie Mann e Kate Upton.

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Quando estava no youtube, clicando em clipes aleatórios tentando achar algo novo para minha velha playlist, juro que não sabia o que esperar quando vi aquela moça loira descolada acompanhada de uma banda formada por rapazes desajeitados e um tanto quanto antiquados à primeira vista. Não me preparei para a voz que estava por vir. Foi uma surpresa tão agradável que não sei nem por onde começar a explicar, mas se eu tivesse que juntar algumas palavras para tentar descreve-la (muito superficialmente, diga-se de passagem) eu provavelmente diria que ela tem um estilo Amy Winehouse com uma pegada folk.

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Gin Wigmore nasceu na Nova Zelândia. Aos 16 anos ela perdeu seu pai devido a um câncer, a forma com que ela lidou com essa perda foi escrevendo a música “Hallelujah”, e foi com essa musica que ela saiu do anonimato após ganhar uma competição de aspirantes a compositores (O International Songwriting Competition), em 2004. A música foi tema do episódio final da 6ª temporada de One Tree Hill e lhe rendeu um contrato com a Island Records, na Austrália.

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Seu primeiro EP, “Extended Play”, foi muito bem aceito e vendido na Nova Zelândia, mas curiosamente o que fez com a carreira dela se projetasse internacionalmente foram os contratos comerciais que ela conseguiu. A primeira campanha publicitária foi Nothing To Hide da companhia aérea Air New Zealand, onde a música tema foi o single “Under My Skin”. Porém a campanha mais impactante para sua carreira veio em 2012, quando ela fez participação no comercial da Heineken para o filme “007 – Operação Skyfall”, que contava com a participação de Daniel Craig, ator do filme.

Em 2014 veio a campanha do whiskey Double Black, da Johnnie Walker, com a música “Kill Of The Night”

Ambas as músicas dos comerciais acima fazem parte do seu CD de 2011, o “Gravel & Wine”. Lembrando que esse é seu segundo disco, seu disco de estréia foi o “Holy Smoke”, 2009.

Em seu facebook, Gin Wigmore considera seu gênero de música como “Autentico”, e eu, com certeza, concordo com ela. Se você gostou do som, e quer ouvir mais, é possível conferir seus videos em sua página no youtube, clicando aqui.

O que você achou? Achou o som autêntico ou excêntrico?

Gin Wigmore: Site | Facebook | Instagram | Twitter

Suits: A série jurídica que você precisa assistir

Posso confessar? Sempre achei que é preciso ser muito doido para gostar de qualquer coisa sobre advocacia. Sei lá, essas coisas de processos com incontáveis páginas, horas e horas e mais horas articulando em como sair com um decisão favorável ao seu cliente, enfim, sempre achei loucura esse universo.

Agora imaginem a minha cara quando me apaixonei por Suits. Mas esperem alguns instantes e eu vou me justificar.

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Mike Ross (Patrick J. Adams) é um jovem com uma memória incrivel, basta que ele leia para entender, e após entender ele jamais esquece. Mesmo com esse talento, Mike tem uma vida totalmente bagunçada, muitas vezes por culpa do seu melhor amigo Trevor (Tom Lipinski), e é em uma das várias roubadas em que se envolve por causa de seu amigo que Mike acaba frente a frente com Harvey Specter (Gabriel Macht), um advogado arrogante, egocêntrico e insensível (e devo acrescentar “incrivelmente charmoso” também). Mesmo sem nunca ter frequentado a faculdade de Direito, Mike convence Harvey de que pode ser o melhor advogado que já existiu. Além do desafio de impedir que seu segredo seja exposto, Mike também tem que enfrentar situações do dia-a-dia de um escritório que não são ensinados em livros, mas o maior desafio dos dois vai ser manter em segredo o fato de Mike nunca ter se formado, muito menos em Harvard. A necessidade de manter esse segredo vai fazer com que a dupla começa a criar laços de amizade e cumplicidade.  O seriado também traz sua pitada de romance com a complicada atração que sente pela namorada do seu melhor amigo, e também por Rachel Zane (Meghan Markle) sua colega de trabalho.

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O grande triunfo da série é retratar o mundo das ações judiciais de maneira diferente do que já estamos saturados de assistir, não espere ver grandes investigações criminais e intensos julgamentos para que os casos sejam concluídos. A relação e contraposição entre Mike e Harvey é muito interessante de se assistir, e tudo com boas pitadas de humor, o que torna a atmosfera advocatícia muito mais leve em muitos momentos, o que acaba deixando a série alternando momentos de humor e tensão.

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Outros personagens importantes dentro do escritório que não posso deixar de citar são:

Donna (Sarah Rafferty) é a secretária de Harvey, mas na verdade ela é muito mais que isso: Ela é a melhor amiga-braço direito-confidente dele. É ela a única pessoa capaz de colocar Harvey na linha. O excesso de intimidade entre os dois, aliado ao excesso de bom humor de Donna, é mais uma relação que durante a série vai provocar cenas bem humoradas.

Falando em cenas bem humoradas, preciso citar Louis Litt (Rick Hoffman), sua personalidade metódica e suas tentativas de entrosamento com os outros advogados acabam nos tirando algumas risadas também, mas não se engane com ele! Seu sonho é ser sócio sênior na firma, e para isso ele pode ser capaz de muita coisa, passando por cima de limites morais muitas vezes.

Por fim, outra personagem que não pode ser esquecida é Jessica Pearson (Gina Torres), sócia-fundadora da firma, mentora de Harvey Specter, durona, e a pessoa mais respeitada na empresa.

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O piloto já te traz uma boa ideia da personalidade de cada personagem e qual é o tom abordado pela série, mas se você pensa que isso torna o resto da temporada previsível a resposta, com certeza, é não. Corre e assista o piloto, e depois venha me contar se eu tenho ou não razão ao dizer que a série é fantastica.

Produzida pelo canal de TV a cabo USA Network, a quinta temporada já está confirmada com 16 episódios, e será exibida no verão de 2015 (verão americano, é claro). Você pode assistir o trailer promocional abaixo:

I Origins – Um filme sobre a janela da alma

Os olhos são como digitais, possuem criptas únicas, sulcos e formas na textura que são exclusivas em cada par de olhos. Alguns acreditam que eles são também a janela da alma.

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O olho é o ponto de discórdia que pessoas religiosas usam para desacreditar a evolução, eles usam isso como prova da existência de Deus. Ian Gray (Michael Pitt) é um biólogo molecular empenhado em mapear a progressão da anotomia ocular desde um olho mais básico ao mais complexo, para construir fatos concretos sobre a evolução da visão e assim encerrar o debate, provando que Deus não existe.

Ian conhece Sofi (Astrid Berges-Frisbey), uma garota profundamente espiritualizada, e é nesse ponto em que os opostos se atraem e vivem uma intensa paixão.

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Mas é depois do nascimento de seu filho que acontecimentos estranhos começam abalar a total descrença espiritual do cientista. O que ele achava que era apenas um erro em um programa de computador, talvez possa ser a descoberta de algo maior.

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A grande pergunta que Ian enfrenta durante essa possível descoberta é: O que você faria se algo espiritual refutasse suas crenças científicas?

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Aliás, essa é uma pergunta que o espectador se faz depois de assistir esse filme. Eu tenho um pensamento semelhante ao de Ian, e provavelmente enfrentei as mesmas dúvidas que ele com todos os acontecimentos que ele acompanha. Se o filme mudou minha opinião? Não. Mas confesso sim que me fez pensar um pouco.

I Origins é uma ficção cientifica de 2014, escrita e dirigida por Mike Cahill. O filme conta também com a atriz Brit Marling, interpretando o papel de Karen, cientista e companheira de Ian Gray no laboratório.

Confira o trailer:


Dica: Existe uma cena após os créditos!

Marmozets | A estranha e maravilhosa promessa do Reino Unido

Conheci Marmozets sem querer, e me viciei tanto que eu precisava apresentá-la para mais pessoas!

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A banda formada em West Yorkshire, na Inglaterra, pelos irmãos Becca Macintyre (vocais) e Sam Macintyre (guitarra) junto com seus amigos Jack Bottomley (guitarra), Will Bottomley (baixo) e Josh Macintyre (bateria) apresenta para o público um rock alternativo muito notável.

As primeiras apresentações ao vivo ocorreram em 2011, foi nesse ano também que a banda lançou seu primeiro EP: Passive Agressive.

Não demorou muito para que a presença de palco da incansável Becca, juntamente com os jovens talentosos e sempre enérgicos, chamassem a atenção. A banda passou então a abrir shows de bandas maiores e também a fazer parte de grandes festivais britânicos, e com isso, mesmo sem possuir um álbum lançado, eles passaram a serem vistos como a nova promessa britânica.

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Em 2013, a gravadora Roadrunner Records (a mesma gravadora de bandas como Slipknot, Sepultura, Korn, Rob Zombie, entre outras) assinou com jovem promessa. No ano seguinte, foi lançado o tão esperado album de estréia, intitulado “The Weird And Wonderful Marmozets”, trazendo 13 faixas.

Além disso, Josh Macintyre é apontado como um dos melhores bateristas do Reino Unido, considerado pela Rhythm Magazine, revista britânica especializada em bateria, o 3º melhor novo baterista do mundo.

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Como todas as bandas com vocal feminino que tem surgido, Marmozets é comparada ao Paramore, mas na minha opinião, a única semelhança é mesmo uma garota enérgica no palco, mas espero que Marmozets se torne tão grande quanto Paramore é hoje.

Para quem se interessou e quer ouvir mais da banda, o CD está disponível no Spotify.